Niels Van Gogh - Torre de Pólvora (Retrabalho ANNA)
LABEL: ÉpoqueO segundo lançamento do selo Époque é de peso, trazendo o sucesso de 1998 de Niels Van Gogh, o single “Pulverturm”, que recebeu certificações de ouro na Bélgica e na África do Sul e entrou no Top 10 das paradas de muitos países europeus e do mundo. A consagrada artista brasileira de techno ANNA entrega uma releitura, acrescentando seu toque característico a esta faixa icônica. “Em 2023, enquanto eu preparava meu set para o Tomorrowland, eu estava explorando faixas icônicas que marcaram a Bélgica e que poderiam ser perfeitas para uma edição. Escolhi ‘Pulverturm’ por seus vocais poderosos e sua melodia forte”, diz ANNA.
“O que começou como uma edição rápida virou um trabalho feito com carinho, e eu fiquei tão feliz com o resultado que quis tentar lançá-lo como uma releitura oficial. Estávamos conversando com Niels Van Gogh quando enviei a faixa para Charlotte de Witte, que adorou. Ela me apresentou à Époque, e decidimos lançar a releitura juntas. Já faz um ano que eu criei esta releitura, e nunca tive tantos artistas de vários gêneros — Techno, House, Techno Melódico, Tech House, Techno Pesado — pedindo uma faixa como fizeram com a minha releitura de ‘Pulverturm’. É empolgante demais finalmente compartilhá-la com o mundo!” Charlotte de Witte acrescenta: “Eu me apaixonei pelo toque magistral que ANNA deu a ‘Pulverturm’ no momento em que ela me enviou.
Como eu mesma sou meio apaixonada por faixas lendárias que deixaram uma marca profunda na história da música eletrônica, esta aqui acerta em cheio. Foi um caminho longo e desafiador para fazer acontecer, mas tenho muito orgulho e me sinto honrada por ter o clássico atemporal de Niels Van Gogh, ‘Pulverturm’, visto pelos olhos de ANNA, como o segundo lançamento da Époque. Um selo que fundamos no começo deste ano para homenagear a vida noturna, a cultura de clubes e os legados das pistas de dança.” O “Pulverturm” original é um recorte nervoso e hipnótico, com sintetizadores com influência de trance por cima de baterias estrondosas. Há energia progressiva nas melodias e muita emoção nos vocais. A versão de ANNA é pulsante e emotiva, com vocais sensuais e acordes luminosos com influência de trance sobre baterias cadenciadas que trazem a força.